O ateliê da Dior ganha vida nos charms de Jonathan Anderson

Uma fita métrica pode virar cauda; um dedal, parte de um personagem. Sob a direção de Jonathan Anderson, a Dior transforma elementos do ateliê em charms que convidam a observar cada detalhe.

Na linha Créatures Couture, esquilos, corujas e cães-salsicha ganham forma a partir de combinações de metais, couro e fios. As peças revelam sua construção, fazendo das ferramentas de costura parte da identidade de cada animal.

Entre os destaques está o esquilo, que combina metal com acabamento prateado envelhecido e couro de vitelo laranja. O resultado tem o aspecto de uma pequena escultura, com uma leitura divertida do trabalho artesanal.

A proposta também conversa com o fascínio de Christian Dior por amuletos e símbolos de sorte. Anderson retoma esse repertório por meio de personagens expressivos, que acrescentam uma dimensão afetiva à personalização das bolsas.

Com modelos disponíveis no Brasil, a coleção traduz referências da alta-costura em objetos que podem acompanhar o cotidiano — e faz do próprio processo de criação um detalhe para carregar.